Quando há dias a neozelandesa Ella Yelich-O'Connor, mais conhecida como Lorde, se estreou em Portugal, no Rock in Rio-Lisboa, apresentou um espetáculo (e uma mão cheia de canções) que a distanciam das cantoras pop que dominam a indústria. O concerto pautou-se pelo seu minimalismo visual, complemento ideal para canções feitas de texturas eletrónicas onde impera a sobriedade. Apesar de não se reger por alguns dos valores dominantes no meio, Lorde não deixa de ser um dos grandes fenómenos do contexto pop atual. Apareceu com a canção Royals e "dominou" o mundo tendo, inclusivamente, sido eleita pela Time como a jovem artista mais influente do seu tempo. Tem apenas 17 anos.."Sinceramente, tento não pensar sobre essas concepções. Se vou acreditar nas coisas boas que dizem e escrevem sobre mim, então também tenho de acreditar nas más. Numa semana a Time pode escrever isso e um dia depois uma outra revista publicar uma crítica negativa sobre mim. O mais fácil é fazer apenas aquilo em que acredito e não me preocupar com o que poderão dizer", afirmou a cantora ao DN, poucas horas antes de subir ao palco do festival. .Leia mais pormenores no epaper do DN